segunda-feira, 24 de maio de 2010

Vem aí: ChurrasCOM

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                                                                                                 Rafael Gonçalves
                                                                                                     Revisão: Victoria Varejão
          Correria, afobação e muita ansiedade. Esse é o clima que permeia os estudantes do 2º período de Comunicação Social da UFES nas vésperas da calourada do curso, tradicionalmente conhecida como “Churrascom”. O evento será realizado no próximo dia 29, no Recreio dos Olhos, em Tabuazeiro.
          Realizado periodicamente, o “Churrascom” tem o intuito de dar as “boas vindas” aos novos alunos de Jornalismo e Publicidade da Universidade. Grande parte do dinheiro investido na festa vem da arrecadação destes no trote, o que evidencia a importância do dia para eles. “Pelo nível que foi dado o trote, a calourada vai ser de bom para melhor. Além de ser um momento único para gente”, conta, entusiasmado, o calouro Patrick Torres.
          A edição de 2010/1 será cheia de novidades. Os portões abrirão uma hora mais cedo que no ano anterior, para que o público aproveite o máximo possível. “A organização está trabalhando duro para garantir a satisfação dos presentes”, diz o organizador Daniel Souza. Ele ainda alega que a segurança foi reforçada, a fim de garantir tranquilidade a todos. "Muita cerveja gelada e carne de primeira, além de refrigerante para aqueles que não bebem nada com álcool", completa.
          A expectativa é de que o espaço seja preenchido com cerca de 1.500 pessoas. “Estamos divulgando dentro e fora da faculdade, esperamos que compareça um grande público”, enfatiza a coordenadora de divulgação, Luiza Brandão.
          "Se o objetivo da calourada é se tornar mais profissional e comercial, eu acho que essas mudanças são válidas. Para mim, não tem tanta importância mais, já que não estou bebendo", opinou a aluna do terceiro período de Comunicação Social, Paula Dorch, sobre as alterações do “churrascom”.
          E as novidades não acabam por aí. Está confirmada a presença do grupo de pagode Pedalasamba, da banda de rock Proxy*, da dupla sertaneja Caio Daher e Irineu, e do Dj Leandro Netto. “Contratamos bandas que vão agradar a todos os  gostos e atrair espectadores de diversos estilos” ressalta a integrante da diretoria musical, Thaísa Côrtes.  
          "Seguindo a mesma ideia e partindo do princípio que o curso de Comunicação Social preza pela livre expressão e pelas diferentes manifestações, a ideia de bandas de estilo distintos veio bem a calhar. Afinal, preconceito e churrascom não têm nada a ver", afirmou a aluna de psicologia da Faesa, Laís Sudré.
          Em entrevista ao conexão UFES, o vocalista do Pedalasamba, conhecido como Rafael Negão, diz que está preparando um repertório diferente para a calourada, com músicas antigas e atuais. “Já é a quarta edição seguida do churrascom em que somos convidados para nos apresentar” disse, entusiasmado, o cantor. Rafael ainda lembra que foi por meio da calourada que nasceu o Pedalasamba. No início, o grupo era formado por apenas quatro integrantes. Hoje, composta por 10 músicos, a banda marca presença em vários eventos capixabas.



(Grupo Pedalasamba)

+ INFORMAÇÃO: os ingressos podem ser adquiridos com os alunos do segundo período e também na 'Lanchonete Bicho Guloso', em Jardim da Penha. O primeiro lote ainda está a venda, no valor de 20 reais, e durará até o dia 26. A segunda demanda estará à disposição no preço de 25 reais. Para os estudantes de Comunicação Social da UFES, entretanto, o custo é reduzido a 10 reais. Deve ser ressaltado que estes devem apresentar a identidade estudantil juntamente com o ingresso na entrada do evento.


Twitter: @churrascom
Telefone para contato: (27) 9801-4338

terça-feira, 18 de maio de 2010

InterCom Sudeste rendendo bons debates

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                                                                                     Carina Couto e Vinícius Reis
                                                                             Revisão: Victoria Varejão


          Teve início na última quinta-feira (13), na Universidade Federal do Espírito Santo, o encontro da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação - Intercom. Em sua versão regional (sudeste), reuniu uma série de palestras, debates e apresentações de trabalhos de alunos do curso de Comunicação Social de diversas faculdades de todos os quatro estados representados. Com boa participação dos alunos e presença constante dos professores da UFES, foi possível perceber o interesse e a empolgação despertados pelo evento. O blog Conexão Ufes conferiu o mini-curso de jornalismo televisivo e a palestra sobre jornalismo literário, e destacou os pontos mais interessantes de ambos.



Jornalismo Televisivo: Como fazer?

                                                   (Foto: Tiago Leifert, Carlos Tourinho)

           O auditório do Centro de Artes da UFES (Cemuni IV) foi o cenário da palestra sobre jornalismo televisivo dirigida por dois grandes nomes da área: o chefe de reportagem e editor de séries especiais da TV Gazeta, Carlos Tourinho; e o apresentador e editor-chefe do Globo Esporte de São Paulo, Tiago Leifert.
          Por meio da demonstração das principais inovações ocorridas em diversos campos da TV, Tourinho iniciou o debate. A nova linguagem utilizada, a implantação da imagem em alta definição e a união da televisão com a informática foram tópicos de destaque em sua fala.
Além disso, o jornalista comentou sobre os atuais desafios enfrentados pela mídia televisiva: a concorrência com as demais emissoras e com as novas plataformas (internet, celular, etc). “É necessário se reinventar a cada dia para estar por dentro de toda novidade que aparece”, afirmou Tourinho.
          Encerrada a fala do chefe de reportagem da TV Gazeta, Tiago Leifert deu início a sua parte do debate. Com laptop aberto e twitter ativo desde que chegou ao auditório, Leifert se apresentou e falou sobre sua trajetória profissional. Tudo à base de muito humor e descontração.
          O apresentador do Globo Esporte destacou o fato de como os programas televisivos são rígidos e padronizados, ou seja, não dão fácil abertura a diferentes e inovadoras sugestões. Para exemplificar, Tiago citou o início de sua carreira, em que recebia inúmeros relatórios recheados de críticas negativas ao modo como agia em frente às câmeras.
          Depois, diante da certificação do sucesso obtido por conta da nova maneira de apresentar o programa, Leifert comentou sobre as mudanças que sua equipe foi autorizada a promover no fazer jornalístico do Globo Esporte SP. Além de impor uma visão de maior entretenimento e descontração, houve a espontaneidade. O apresentador conta ter tomado a iniciativa de banir o teleprompter para uso próprio e, assim, agir de forma mais natural, a fim de se aproximar do público.
          Por fim, Tiago Leifert aconselha os estudantes a tentarem fugir do padrão. “É preciso pensar menos nas notas e se esforçar para mudar o já conhecido. A universidade tem que se aproximar mais do mercado para que este seja menos intimidador”, disse ele.
Encerrado o debate, os dois palestrantes foram muito solícitos em relação às perguntas feitas e aos fãs que se aproximavam para fotografar com eles.



Jornalismo e Literatura em Pauta

                                                  (Foto: José Castelo, Luiz Ruffato e Eliane Brum)

          O auditório do CCJE (Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas) foi palco, na última quinta feira (13), da mesa redonda que discutiu o tema “Como ultrapassar a fronteira entre literatura e jornalismo”. Mediada pelo jornalista e Gerente do Núcleo Diálogos do Itaú Cultural, Claudiney Ferreira, o evento contou com a presença de três conceituados representantes do jornalismo literário: Eliane Brum, Luiz Ruffato e José Castelo.
           No início da discussão, Eliane Brum revelou que durante muito tempo não sabia que o que fazia era jornalismo literário. Com o tempo, a gaúcha descobriu que mesclar essas duas áreas consiste na ‘’apreensão complexa da realidade’’, observando cada detalhe do fato. Citou, então, diversas reportagens nas quais esteve atenta a tudo que acontecia no momento.  
Juntamente a isso, expôs o trabalho exigido para imputar um adjetivo a uma notícia, uma vez que deve ser posto com precisão.
Em relação ao fazer jornalístico, Brum afirmou: “o bom jornalismo é aquele que se preocupa em escutar as pessoas’’.
          O segundo palestrante, Luiz Ruffato – há sete anos se dedicando à vida de escritor - lembrou que as duas atividades em questão – jornalismo e literatura – nasceram juntas e, com o passar do tempo, foram se dissociando. Enxergou neste fazer jornalístico uma maneira de refletir e perguntar, o que o jornalismo imparcial, tido por ele como ‘’preguiçoso’’, não faz.                                                                            
          Em sua fala, José Castelo considerou o texto objetivo tão literário quanto o propriamente dito, só que de ‘’terceira categoria’’. Diz isso porque, ao produzir uma informação, o periodista imprime sua marca autoral no momento em que faz recortes do fato para contar uma verdade, a fim de se aproximar da realidade. ‘’Tudo é um sinal’’ comentou o romancista.
Além disso, Castelo aconselhou os ouvintes a quebrarem clichês, arriscarem no desconhecido e terem ciência da formação ficcional da realidade quando forem escrever um texto.                                                                                        

+ CURIOSIDADE: No fim da palestra, ocorreu um fato curioso. Ao requisitar um autógrafo de Eliane Brum, uma das integrantes do Conexão UFES, Polânia Soares, recebeu um pedido da jornalista para que a estudante enviasse um email à ela contando a história do seu nome. Seria uma tentativa da escritora, ao utilizar o exótico nome da estudante, de unir o literário ao jornalístico?

(Fotos do 'Grupo de Foto'/ retiradas do flickr: http://www.flickr.com/photos/universoufes/ )

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Assessoria com Cláudio Figueiredo

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Polânia Sôares
Revisão: Victoria Varejão 
          O profissional de jornalismo está presente no grupo de graduados que possui um razoável leque de opções de campos de atuação. A assessoria de imprensa é um seguimento bastante escolhido pelos recém-formados. Com uma maior facilidade na obtenção de emprego, devido, principalmente, à grande oferta de vagas na área, a carreira tem recebido certa valorização por estar passível de tamanha procura. Conexão Ufes conversou com Cláudio Fiqueiredo, assessor de imprensa do prefeito de Vila Velha, que contou mais detalhes de seu trabalho.

Conexão Ufes: Onde você trabalhou como assessor de imprensa?
Cláudio Figueiredo: Atualmente sou assessor do prefeito de Vila Velha, mas já fui também do prefeito de Serra e de alguns deputados.


Conexão Ufes: Quantos anos você tem de profissão?
Cláudio Figueiredo: Sou jornalista há 22 anos. E há mais de 10 anos exerço a assessoria.

Conexão Ufes: Quais são as principais características de uma assessoria?
Cláudio Figueiredo: A assessoria é responsável pela constituição do relacionamento junto à imprensa a fim de fazer a instituição a qual assessora ser acessível á população.


Conexão Ufes: Qual a maior diferença entre assessoria de imprensa e jornalismo propriamente dito, feito em jornais, revistas e afins?
Cláudio Figueiredo: Os assessores fazem um trabalho de utilidade pública, já que mostram à população as ações do prefeito. Ou seja, os meios de comunicação cobram respostas para os anseios da sociedade e o dever da assessoria é responder.

Conexão Ufes: Por que ela é tão importante para diversos órgãos?
Cláudio Figueiredo: É uma questão de lei, pois a constituição diz que as instituições públicas devem tornar evidentes todos os seus atos. É um dever garantir transparência ao poder público, prestar contas, e os meios é que fazem essa ponte, que mostra à população as respostas das assessorias.

Conexão Ufes: Você tem prazer em trabalhar nisso?
Cláudio Figueiredo: Eu adoro! Não tem pressão, nem sobrecarga de pautas. É possível trabalhar com programação e planejamento. A infra-estrutura é muito melhor.

Conexão Ufes: Quais são os prós e os contras da área?
Cláudio Figueiredo: Não vejo “contras”, já que trabalho num lugar estruturado, com salário e planejamento melhores. Além de ter maiores condições de trabalho e menos correria. E na imprensa se trabalha muito ganhando pouco.

Conexão Ufes: Como é a relação entre jornalistas de meios de comunicação e vocês, assessores?
Cláudio Figueiredo: É ótima! Existe uma parceria mútua.

GRAV – Estudo do entretenimento

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 Allan Marquez
Revisão: Victoria Varejão
          Ver filmes, assistir à televisão, apreciar festivais e poder opinar sobre tudo isso. O GRAV – Grupo de Estudos Audiovisuais – é o detentor de todas essas características. Com um misto de estudo e entretenimento, o grupo tenta trazer à tona a discussão do que é visto juntamente com críticas e ideias relacionadas ao que se passa na sociedade nos dias de hoje.
          O grupo, existente desde Outubro de 2003, nasceu graças à iniciativa dos alunos. “Surgiu de uma disciplina de crítica de cinema, uma optativa que eu dei. Os alunos gostaram e quiseram continuar”, disse o professor e coordenador do GRAV, Alexandre Curtiss, quando perguntado sobre a origem do programa. Depois de 3 anos de existência, este transformou-se em projeto de extensão e desde o ano passado também é conhecido como grupo de pesquisa, organizado por Erly Vieira Jr e Fábio Gouveia.
          Um dos objetivos do projeto é satisfazer a vontade que se tem de conhecer na prática a área de audiovisual. Considerado um difusor, o GRAV faz o intermédio entre as produções e o público durante as sessões, o que gera discussões com base nas produções feitas. E conforme se dava a evolução do aprendizado dos alunos, os objetivos se ampliavam. “As pessoas foram crescendo e ficaram com vontade de exibir para as outras, o que deu origem à ideia de fazer mostras. Depois veio o plano de escrever criticas, evoluindo até chegar à ideia de filmar, fazer pequenos trabalhos audiovisuais e apresentar em outros festivais”, contou Curtiss.
          As reuniões ocorriam na sala do GRAV, que se localizava dentro do Departamento de Comunicação Social, no CEMUNI V. Entretanto, o grupo está em transição para o CEMUNI I e, devido a isso, estão sem sala fixa. Apesar disso, os encontros continuam acontecendo todas as segundas-feiras, às 19 horas, no CEMUNI V.
          Em relação aos materiais utilizados, o grupo assiste a filmes, lê revistas e livros, e utiliza a internet para auxiliar na complementação de ideias. Os temas abordados giram em torno de cinema, televisão e mostras. “Falamos sobre os temas relativos aos filmes a que assistimos ou acerca do audiovisual. Tanto a parte de teoria, de estudos de um filme - roteiro, direção, traços autorais, iluminação, montagem, etc. - como discussões sobre o contexto proposto pela obra”, disse a estudante da UFES e aluna do GRAV há um ano.
          O projeto já realizou diversos feitos, tais como uma mostra sobre o cinema latino-americano, uma palestra sobre animações com um professor conceituado da UFMG, entre vários outros. A realização mais atual do grupo é a Mostra de Acidentes Televisivos, na qual a última obra apresentada foi a “A Pedra do Reino”. “Este trabalho consiste em pesquisas sobre algumas séries televisivas famosas que nunca passaram na televisão brasileira, ou, quando passavam, as pessoas já estavam dormindo, devido ao horário”, disse Alexandre Curtiss. O objetivo principal é o de mostrar como existe conteúdo bem mais interessante do que o exibido na grade normal da televisão.
          Outra concretização do GRAV é a revista “Sala 206”, caracterizada por um conjunto de reflexões sobre audiovisual e cultura. O primeiro volume já foi publicado, e a intenção do grupo é que se transforme em uma publicação semestral.
          O Grupo de Estudos Audiovisuais faz parte da Programadora Brasil, um programa da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura que visa à distribuição de filmes brasileiros para cineclubes inscritos, como o GRAV.
          Ao contrário do que possam pensar, não é necessário ter conhecimento prévio do assunto para participar dos encontros. “Eu entrei no GRAV sem saber um "a" sobre estudos audiovisuais, só gostava de filmes. Mas óbvio que, caso alguém tenha interesse em entrar para o grupo, não há problemas em procurar saber um pouco mais sobre teoria. Não que seja um pré-requisito, mas é um facilitador”, comenta Larissa Fafá.
          Michelle Terra, aluna do 1º período de Jornalismo na universidade, revelou ao Conexão UFES seu interesse em participar do grupo de extensão. “Fiquei sabendo do projeto por vários meios. Vi uns cartazes, o Erly comentou na aula, e o Protti – professor de Comunicação Visual - me indicou, devido ao meu interesse em cinema”, explica a estudante, que pretende conhecer gente nova e criar conceitos que antes não tinha. “Não sei bem. É algo que sempre me interessou. Talvez por poder contar histórias de uma maneira legal, viajar pelo mundo, sendo, eu, uma diretora”.
          Gostou do GRAV? Saiba que ele está sempre aberto a novos integrantes. “Se você gosta mesmo de filmes e desse universo, e, principalmente, tem interesse em conhecer mais e mais, o projeto vai te acrescentar muito! Além de toda a experiência de ter contato com esse mundo, ele vai acolher muito bem os novos integrantes”, aconselha Fafá.

Para entrar em contato com o GRAV:
Comunidade e perfil no Orkut;

domingo, 9 de maio de 2010

Recepção "Calorosa"

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          Rafael Gonçalves e Vinicius Reis
Revisão Victoria Varejão
          Na última terça-feira, os novos estudantes de Jornalismo e Publicidade da UFES realizaram suas matrículas para o segundo semestre de 2010. Para tanto, os alunos dirigiram-se ao prédio da PROGRAD (Pró-Reitoria de Graduação), no campus de Goiabeiras, entre as 13 e as 17 horas, com a documentação exigida.
          A empolgação dos veteranos era inegável. Com vários potes de tinta, eles aguardavam ansiosamente a saída dos novos alunos do local de matrícula. Numa espécie de ‘’batismo’’, os calouros já registrados se ajoelhavam e faziam juramentos a seus veteranos de uma forma descontraída. ‘’Entrar na UFES sem receber trote, não é UFES’’, contou-nos, entusiasmada, a caloura Viviann de Oliveira. E não foram só os alunos que comemoraram a entrada na universidade. Havia pais tão animados quanto eles. Foi o exemplo de Elizabeth Martins, mãe da recém-matriculada Lorena. ‘’Estou muito orgulhosa da minha filha e do curso escolhido. Todo investimento que fiz valeu a pena’’, afirmou a mãe.  
          A brincadeira, entretanto, não agradou a todos. A responsável por um estudante de comunicação, que não quis se identificar, posicionou-se contra o modo como os veteranos fizeram a recepção. A senhora jogou tinta em um veterano e, acidentalmente, também foi pintada. Ao ser perguntada sobre o porquê do repúdio, alegou que o fato de a filha estar suja prejudicou a volta para casa.
          Conexão UFES conversou com os alunos organizadores da brincadeira para esclarecer o motivo do evento. ‘’Recepcionamos os calouros para que eles se sintam acolhidos e integrados conosco’’, declarou a aluna de Jornalismo Ana Carolina Cometti.  Assim também disse Thaiana Gomes, que classificou o ato como saudável por ser um momento de interação. 
          Segundo Vinícius Eulálio, membro do CACOS (Centro Acadêmico de Comunicação Social), responsável pelo registro da presença dos calouros, dos 50 aprovados no vestibular, 4 não foram registrados. Entretanto, os estudantes que não compareceram ontem podem se matriular até o dia 11 de maio, como informou a chefe de seção de matrícula, Edite Tonani.
          Vale lembrar que na próxima terça-feira (11) acontecerá o registro dos alunos de Audiovisual, a nova habilitação do curso de Comunicação Social da UFES.
 (Fotos de Nathan Melo)