quarta-feira, 26 de maio de 2010

Histórias de Estudantes

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Allan Cancian e Polânia Soares
Revisão Victória Varejão
          A Universidade Federal do Espírito Santo é uma instituição acadêmica com forte poder de formação de profissionais de sucesso. Também é indiscutível que todos estes tiveram que tomar uma difícil decisão para que houvesse o reconhecimento: qual graduação escolher. A partir de histórias bem-sucedidas, é possível evidenciar a importância do papel de tal Universidade na vida dos que por ela passaram.
          A publicitária Elisa Quadros, ex-aluna da UFES, hoje sócia da agência Fire, contou que começou a fazer planos ainda quando pequena. Foi no primário que começou a sonhar com a profissão à qual iria dedicar parte da vida. No entanto, foi aos 14 anos que não houve dúvidas sobre o que iria fazer profissionalmente. “Na 8ª série, já tinha certeza de que prestaria vestibular para Comunicação e, por falta de opção de outras boas faculdades e vergonha na cara de sobra para saber que só poderia passar numa federal, só me restou a UFES”. Ao ser admitida na faculdade com excelente pontuação, a mãe de Elisa propôs que ela fizesse Direito. Contudo, por amor à profissão que havia escolhido, a jovem decidiu continuar com a decisão tomada ainda no início de seus estudos.
          Para a jornalista Tati Wuo, formada pela mesma instituição, pós-graduada em Linguagens Audiovisuais e Multimídia, e atual apresentadora do programa “Em Movimento” da Tv Gazeta, a vida de estudante foi muito prazerosa. “Acho que aproveitei bastante e aprendi algo essencial para o jornalista e para qualquer pessoa: correr atrás do que se quer”.
          “Às vezes o principal vem de onde você menos espera”, assim Gabriel Menotti, jornalista, define o período em que passou na UFES. Ele ingressou na universidade aos 16 anos e atualmente faz doutorado em Mídia pelo Goldsmiths College (Universidade de Londres). Menotti atua como produtor e curador. Já organizou festivais de cinema remix, oficinas de roteiro pornô, entre outras. O profissional foi premiado no 6º Concurso Capixaba de Roteiros. Além disso, participou de exposições e conferências em diversos países como Brasil, Noruega, Canadá, Reino Unido, Croácia, Alemanha, França, Eslovênia, Suécia e Espanha.
          Em relação aos professores que mais marcaram a vida acadêmica de nível superior de nossos entrevistados, nomes como Antônio David Protti, Cleber Carminatti e Ismael Thompson foram citados com muito carinho. Funcionárias do departamento como “tia” Hélia também foram lembradas. “Ela não é professora, mas também é inesquecível”, contou Menotti.
          Após a conclusão do curso, uma das etapas mais impactantes na vida de qualquer formando é ter de se deparar com o mundo lá fora. Para Tati Wuo, o mais difícil foi entrar no mercado de trabalho, assim como é para a maioria dos estudantes. ”(O jornalismo) É um campo que está bem saturado - cada vez mais - e é preciso um diferencial para se destacar e conseguir espaço. Ainda estou procurando o meu”, disse ela.
          Durante todo o período de faculdade, muitas ideias em relação à profissão podem sofrer alterações. “Recomendo a todo mundo experimentar tudo o que puder nos anos de graduação. Inevitavelmente isso vai direcionar sua vida”, aconselha Gabriel Menotti. “Ajudei a organizar eventos, participei do Centro Acadêmico (CA), comi no Restaurante Universitário (RU), fiz monitoria, matei aula e essas coisas todas”, completa o jornalista.
          Outro fator muito relevante é a necessidade de se estudar no exterior. “As referências estão muito mais à mão por aqui, então você pode se concentrar menos em procurar um livro do que efetivamente lê-lo. Além disso, o simples deslocamento causa mudanças na sua perspectiva sobre as coisas e aguça a sua compreensão do mundo”, diz Gabriel.
          Tati Wuo enfatiza que o mercado precisa de pessoas com um destaque favorável, a fim de favorecer a pessoa nesse ramo. “Entrem de cabeça e dediquem-se completamente. A razão deve estar na paixão pelo que se faz”, aconselha ela.
          Já a publicitária Elisa Quadros é favorável à adaptação do profissional ao mercado de trabalho. “Não criem muitas expectativas. Entendam o que está mudando na forma de se comunicar. Questionem e aprendam rápido a trabalhar com as novas mídias. O mercado está esperando por vocês”, afirma ela, direcionando os estudantes. “Ah, sejam legais com seus professores e lembrem-se: façam network desde já”, complementa, em tom descontraído, a orientação.


(Elisa Quadros)

(Tati Wuo / Foto de Lucas Aboudib)

(Caricatura de Gabriel Menotti)

*Todas as Fotos observadas, foram enviadas pelos entrevistados


19ª Edição do Futcom

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Rafael Gonçalves
Revisão Victória Varejão
          Foi realizado neste último domingo (23), no ginásio Jones dos Santos Neves, a 19ª edição do “Futcom” - torneio de futebol entre os alunos de Comunicação Social. Estudantes de todos os períodos, professores e até ex-alunos marcaram presença.
          O campeonato, que acontece semestralmente, é uma mostra da capacidade de descontração dos alunos, já que se esquecem de suas responsabilidades acadêmicas e aproveitam para interagir com o restante do curso.
          As inscrições custam R$ 5,00 e servem para cobrir os gastos com o aluguel do ginásio, contratação dos árbitros e compra de troféus. "Todo dinheiro acumulado foi investido na melhoria dos jogos", conta o universitário João Knop.
          Durante todo o dia, além dos aspirantes a jornalistas e publicitários, amigos e parentes prestigiaram a atuação dos “atletas”. O estudante de Direito da Univix, Henrique Dassie, compareceu para assistir à namorada participante. "Acho que o evento deveria ter mais opções de esportes. Sendo assim, mais pessoas se interessariam em participar em diversas modalidades", disse. O organizador Douglas Anholepi explica que já tentaram realizar junto ao CA as Olimpiadas de Comunicação Social, para que mais esportes pudessem ser envolvidos. Entretanto, dificuldades como baixo número de inscrições e alto custo fizeram com que o projeto não fosse concluído.
          Nesta edição, o Futcom teve a participação de nove times masculinos e quatro femininos. Cada um destes poderia conter, no máximo, 14 jogadores. As equipes dos homens foram divididas em duas chaves - uma com quatro e outra com cinco times - sendo que os dois primeiros colocados de cada uma se classificariam para a semifinal. Logo após, os vencedores dos dois embates se enfrentariam na final. Já no torneio feminino, os dois melhores times já disputavam diretamente a decisão.
          Um dos acontecimentos mais descontraídos do campeonato foi o fato de os calouros jogarem de rosa, a fim de se diferenciarem dos estudantes dos demais períodos do curso. “Super tranquilo. Hoje em dia, rosa é uma cor normal. Eu uso roupas cor-de-rosa no meu dia a dia", conta Filippe Saraiva, calouro de Publicidade.
          E, para quem ainda tem a velha mentalidade de que futebol é esporte para homens, há mais uma contraprova. As meninas de Comunicação Social demonstraram muito gosto pelo evento, evidenciado pelo bom número de participantes. "Eu não me sinto intimidada pelo fato de ser mulher. Aliás, são os próprios garotos do curso que nos incentivam a jogar", diz Rubiana, estudante do 5º período. "Pela extensa quantidade de mulheres que apresenta no curso, o esporte tem que aderir a todos. Além disso, são elas que embelezam o torneio", explica o aluno do 3º período Usalio Piveta.
          Alguns professores também não deixaram de participar do evento, como é o caso de Felipe Tessarolo e Fábio Malini. Segundo o primeiro, é um pouco difícil acompanhar o ritmo dos alunos, já que eles são um pouco mais jovens e tem tempo para praticar. "Eu fiz uma aposta com alguns alunos: se eu perder, tenho que dar aula com uma camisa do Flamengo", diz o professor, que é vascaíno. Já para Malini, que está participando pela quinta vez, este tipo de evento é importante para integrar todos do curso. "Por enquanto, nenhum aluno descontou a raiva por receber nota baixa", brinca o professor.


(Fotos do aluno Rafael Gonçalves)

segunda-feira, 24 de maio de 2010

ENECOM PARAHYBA 2010 – Que a Comunicação se pinte de povo

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                                                                                      Carina Couto
                                                                                   Revisão: Victoria Varejão


          A 31ª edição do Encontro Nacional dos Estudantes de Comunicação (ENECOM) ocorrerá na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa, entre os dias 25 de julho e 1º de agosto de 2010.
           O objetivo principal deste projeto é discutir a comunicação popular através das análises da cultura, educação e sociedade. Além disso, promove um fortalecimento da Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação (ENECOS) no país.
           Neste ano, o ENECOM conta com uma forte organização e está, aparentemente, melhor preparado para a realização do evento. Eles contam com um representante em cada estado para exercer função de articulador do encontro e mobilizar as universidades e faculdades locais.
           No Espírito Santo, o mobilizador do encontro é o estudante de jornalismo da UFES, Ricardo Aiolfi. Segundo ele, o Cacos resolveu assumir a Articulação da Delegação Capixaba. “A função do articulador estadual é a de realizar os pré-encontros, chamar outras universidades e adaptar o que está no papel à realidade”, afirma Ricardo.
          Os pré-encontros servem como debates preparatórios para o grande evento e para que sejam discutidas as abordagens da comunicação no país. Eles auxiliam os estudantes a ter uma base sólida para as discussões que ocorrerão no Enecom. Até agora, dois já foram realizados na UFES, e o próximo está marcado para quarta-feira (26), na sala 5 do Cemuni V da Universidade. Vale frisar que todos os estudantes de comunicação de qualquer faculdade podem participar.
          De acordo com Aiolfi, a reitoria da UFES está estudando o projeto de disponibilizar um ônibus para levar seus estudantes à Paraíba. Espera-se que em breve seja recebida alguma resposta em relação a isso.
          O estudante de Publicidade, Usalio Piveta, nos contou quais são as expectativas para o evento e ele afirma estar muito animado e se identificar com o tema proposto. “Hoje temos uma comunicação voltada para uma população elitista, a minoria. Temos que analisar e repensar o modo e o meio de se fazer comunicação num país em desenvolvimento como o Brasil. Espero participar de muitas mesas de debate e partilhar experiências com estudantes 
de outros estados", disse o estudante.


 Segue abaixo a programação do ENECOM 2010:



Programação do ENECOM 


Para mais informações:
Blog do CACOS

Vem aí: ChurrasCOM

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                                                                                                 Rafael Gonçalves
                                                                                                     Revisão: Victoria Varejão
          Correria, afobação e muita ansiedade. Esse é o clima que permeia os estudantes do 2º período de Comunicação Social da UFES nas vésperas da calourada do curso, tradicionalmente conhecida como “Churrascom”. O evento será realizado no próximo dia 29, no Recreio dos Olhos, em Tabuazeiro.
          Realizado periodicamente, o “Churrascom” tem o intuito de dar as “boas vindas” aos novos alunos de Jornalismo e Publicidade da Universidade. Grande parte do dinheiro investido na festa vem da arrecadação destes no trote, o que evidencia a importância do dia para eles. “Pelo nível que foi dado o trote, a calourada vai ser de bom para melhor. Além de ser um momento único para gente”, conta, entusiasmado, o calouro Patrick Torres.
          A edição de 2010/1 será cheia de novidades. Os portões abrirão uma hora mais cedo que no ano anterior, para que o público aproveite o máximo possível. “A organização está trabalhando duro para garantir a satisfação dos presentes”, diz o organizador Daniel Souza. Ele ainda alega que a segurança foi reforçada, a fim de garantir tranquilidade a todos. "Muita cerveja gelada e carne de primeira, além de refrigerante para aqueles que não bebem nada com álcool", completa.
          A expectativa é de que o espaço seja preenchido com cerca de 1.500 pessoas. “Estamos divulgando dentro e fora da faculdade, esperamos que compareça um grande público”, enfatiza a coordenadora de divulgação, Luiza Brandão.
          "Se o objetivo da calourada é se tornar mais profissional e comercial, eu acho que essas mudanças são válidas. Para mim, não tem tanta importância mais, já que não estou bebendo", opinou a aluna do terceiro período de Comunicação Social, Paula Dorch, sobre as alterações do “churrascom”.
          E as novidades não acabam por aí. Está confirmada a presença do grupo de pagode Pedalasamba, da banda de rock Proxy*, da dupla sertaneja Caio Daher e Irineu, e do Dj Leandro Netto. “Contratamos bandas que vão agradar a todos os  gostos e atrair espectadores de diversos estilos” ressalta a integrante da diretoria musical, Thaísa Côrtes.  
          "Seguindo a mesma ideia e partindo do princípio que o curso de Comunicação Social preza pela livre expressão e pelas diferentes manifestações, a ideia de bandas de estilo distintos veio bem a calhar. Afinal, preconceito e churrascom não têm nada a ver", afirmou a aluna de psicologia da Faesa, Laís Sudré.
          Em entrevista ao conexão UFES, o vocalista do Pedalasamba, conhecido como Rafael Negão, diz que está preparando um repertório diferente para a calourada, com músicas antigas e atuais. “Já é a quarta edição seguida do churrascom em que somos convidados para nos apresentar” disse, entusiasmado, o cantor. Rafael ainda lembra que foi por meio da calourada que nasceu o Pedalasamba. No início, o grupo era formado por apenas quatro integrantes. Hoje, composta por 10 músicos, a banda marca presença em vários eventos capixabas.



(Grupo Pedalasamba)

+ INFORMAÇÃO: os ingressos podem ser adquiridos com os alunos do segundo período e também na 'Lanchonete Bicho Guloso', em Jardim da Penha. O primeiro lote ainda está a venda, no valor de 20 reais, e durará até o dia 26. A segunda demanda estará à disposição no preço de 25 reais. Para os estudantes de Comunicação Social da UFES, entretanto, o custo é reduzido a 10 reais. Deve ser ressaltado que estes devem apresentar a identidade estudantil juntamente com o ingresso na entrada do evento.


Twitter: @churrascom
Telefone para contato: (27) 9801-4338

terça-feira, 18 de maio de 2010

InterCom Sudeste rendendo bons debates

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                                                                                     Carina Couto e Vinícius Reis
                                                                             Revisão: Victoria Varejão


          Teve início na última quinta-feira (13), na Universidade Federal do Espírito Santo, o encontro da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação - Intercom. Em sua versão regional (sudeste), reuniu uma série de palestras, debates e apresentações de trabalhos de alunos do curso de Comunicação Social de diversas faculdades de todos os quatro estados representados. Com boa participação dos alunos e presença constante dos professores da UFES, foi possível perceber o interesse e a empolgação despertados pelo evento. O blog Conexão Ufes conferiu o mini-curso de jornalismo televisivo e a palestra sobre jornalismo literário, e destacou os pontos mais interessantes de ambos.



Jornalismo Televisivo: Como fazer?

                                                   (Foto: Tiago Leifert, Carlos Tourinho)

           O auditório do Centro de Artes da UFES (Cemuni IV) foi o cenário da palestra sobre jornalismo televisivo dirigida por dois grandes nomes da área: o chefe de reportagem e editor de séries especiais da TV Gazeta, Carlos Tourinho; e o apresentador e editor-chefe do Globo Esporte de São Paulo, Tiago Leifert.
          Por meio da demonstração das principais inovações ocorridas em diversos campos da TV, Tourinho iniciou o debate. A nova linguagem utilizada, a implantação da imagem em alta definição e a união da televisão com a informática foram tópicos de destaque em sua fala.
Além disso, o jornalista comentou sobre os atuais desafios enfrentados pela mídia televisiva: a concorrência com as demais emissoras e com as novas plataformas (internet, celular, etc). “É necessário se reinventar a cada dia para estar por dentro de toda novidade que aparece”, afirmou Tourinho.
          Encerrada a fala do chefe de reportagem da TV Gazeta, Tiago Leifert deu início a sua parte do debate. Com laptop aberto e twitter ativo desde que chegou ao auditório, Leifert se apresentou e falou sobre sua trajetória profissional. Tudo à base de muito humor e descontração.
          O apresentador do Globo Esporte destacou o fato de como os programas televisivos são rígidos e padronizados, ou seja, não dão fácil abertura a diferentes e inovadoras sugestões. Para exemplificar, Tiago citou o início de sua carreira, em que recebia inúmeros relatórios recheados de críticas negativas ao modo como agia em frente às câmeras.
          Depois, diante da certificação do sucesso obtido por conta da nova maneira de apresentar o programa, Leifert comentou sobre as mudanças que sua equipe foi autorizada a promover no fazer jornalístico do Globo Esporte SP. Além de impor uma visão de maior entretenimento e descontração, houve a espontaneidade. O apresentador conta ter tomado a iniciativa de banir o teleprompter para uso próprio e, assim, agir de forma mais natural, a fim de se aproximar do público.
          Por fim, Tiago Leifert aconselha os estudantes a tentarem fugir do padrão. “É preciso pensar menos nas notas e se esforçar para mudar o já conhecido. A universidade tem que se aproximar mais do mercado para que este seja menos intimidador”, disse ele.
Encerrado o debate, os dois palestrantes foram muito solícitos em relação às perguntas feitas e aos fãs que se aproximavam para fotografar com eles.



Jornalismo e Literatura em Pauta

                                                  (Foto: José Castelo, Luiz Ruffato e Eliane Brum)

          O auditório do CCJE (Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas) foi palco, na última quinta feira (13), da mesa redonda que discutiu o tema “Como ultrapassar a fronteira entre literatura e jornalismo”. Mediada pelo jornalista e Gerente do Núcleo Diálogos do Itaú Cultural, Claudiney Ferreira, o evento contou com a presença de três conceituados representantes do jornalismo literário: Eliane Brum, Luiz Ruffato e José Castelo.
           No início da discussão, Eliane Brum revelou que durante muito tempo não sabia que o que fazia era jornalismo literário. Com o tempo, a gaúcha descobriu que mesclar essas duas áreas consiste na ‘’apreensão complexa da realidade’’, observando cada detalhe do fato. Citou, então, diversas reportagens nas quais esteve atenta a tudo que acontecia no momento.  
Juntamente a isso, expôs o trabalho exigido para imputar um adjetivo a uma notícia, uma vez que deve ser posto com precisão.
Em relação ao fazer jornalístico, Brum afirmou: “o bom jornalismo é aquele que se preocupa em escutar as pessoas’’.
          O segundo palestrante, Luiz Ruffato – há sete anos se dedicando à vida de escritor - lembrou que as duas atividades em questão – jornalismo e literatura – nasceram juntas e, com o passar do tempo, foram se dissociando. Enxergou neste fazer jornalístico uma maneira de refletir e perguntar, o que o jornalismo imparcial, tido por ele como ‘’preguiçoso’’, não faz.                                                                            
          Em sua fala, José Castelo considerou o texto objetivo tão literário quanto o propriamente dito, só que de ‘’terceira categoria’’. Diz isso porque, ao produzir uma informação, o periodista imprime sua marca autoral no momento em que faz recortes do fato para contar uma verdade, a fim de se aproximar da realidade. ‘’Tudo é um sinal’’ comentou o romancista.
Além disso, Castelo aconselhou os ouvintes a quebrarem clichês, arriscarem no desconhecido e terem ciência da formação ficcional da realidade quando forem escrever um texto.                                                                                        

+ CURIOSIDADE: No fim da palestra, ocorreu um fato curioso. Ao requisitar um autógrafo de Eliane Brum, uma das integrantes do Conexão UFES, Polânia Soares, recebeu um pedido da jornalista para que a estudante enviasse um email à ela contando a história do seu nome. Seria uma tentativa da escritora, ao utilizar o exótico nome da estudante, de unir o literário ao jornalístico?

(Fotos do 'Grupo de Foto'/ retiradas do flickr: http://www.flickr.com/photos/universoufes/ )

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Assessoria com Cláudio Figueiredo

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Polânia Sôares
Revisão: Victoria Varejão 
          O profissional de jornalismo está presente no grupo de graduados que possui um razoável leque de opções de campos de atuação. A assessoria de imprensa é um seguimento bastante escolhido pelos recém-formados. Com uma maior facilidade na obtenção de emprego, devido, principalmente, à grande oferta de vagas na área, a carreira tem recebido certa valorização por estar passível de tamanha procura. Conexão Ufes conversou com Cláudio Fiqueiredo, assessor de imprensa do prefeito de Vila Velha, que contou mais detalhes de seu trabalho.

Conexão Ufes: Onde você trabalhou como assessor de imprensa?
Cláudio Figueiredo: Atualmente sou assessor do prefeito de Vila Velha, mas já fui também do prefeito de Serra e de alguns deputados.


Conexão Ufes: Quantos anos você tem de profissão?
Cláudio Figueiredo: Sou jornalista há 22 anos. E há mais de 10 anos exerço a assessoria.

Conexão Ufes: Quais são as principais características de uma assessoria?
Cláudio Figueiredo: A assessoria é responsável pela constituição do relacionamento junto à imprensa a fim de fazer a instituição a qual assessora ser acessível á população.


Conexão Ufes: Qual a maior diferença entre assessoria de imprensa e jornalismo propriamente dito, feito em jornais, revistas e afins?
Cláudio Figueiredo: Os assessores fazem um trabalho de utilidade pública, já que mostram à população as ações do prefeito. Ou seja, os meios de comunicação cobram respostas para os anseios da sociedade e o dever da assessoria é responder.

Conexão Ufes: Por que ela é tão importante para diversos órgãos?
Cláudio Figueiredo: É uma questão de lei, pois a constituição diz que as instituições públicas devem tornar evidentes todos os seus atos. É um dever garantir transparência ao poder público, prestar contas, e os meios é que fazem essa ponte, que mostra à população as respostas das assessorias.

Conexão Ufes: Você tem prazer em trabalhar nisso?
Cláudio Figueiredo: Eu adoro! Não tem pressão, nem sobrecarga de pautas. É possível trabalhar com programação e planejamento. A infra-estrutura é muito melhor.

Conexão Ufes: Quais são os prós e os contras da área?
Cláudio Figueiredo: Não vejo “contras”, já que trabalho num lugar estruturado, com salário e planejamento melhores. Além de ter maiores condições de trabalho e menos correria. E na imprensa se trabalha muito ganhando pouco.

Conexão Ufes: Como é a relação entre jornalistas de meios de comunicação e vocês, assessores?
Cláudio Figueiredo: É ótima! Existe uma parceria mútua.

GRAV – Estudo do entretenimento

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 Allan Marquez
Revisão: Victoria Varejão
          Ver filmes, assistir à televisão, apreciar festivais e poder opinar sobre tudo isso. O GRAV – Grupo de Estudos Audiovisuais – é o detentor de todas essas características. Com um misto de estudo e entretenimento, o grupo tenta trazer à tona a discussão do que é visto juntamente com críticas e ideias relacionadas ao que se passa na sociedade nos dias de hoje.
          O grupo, existente desde Outubro de 2003, nasceu graças à iniciativa dos alunos. “Surgiu de uma disciplina de crítica de cinema, uma optativa que eu dei. Os alunos gostaram e quiseram continuar”, disse o professor e coordenador do GRAV, Alexandre Curtiss, quando perguntado sobre a origem do programa. Depois de 3 anos de existência, este transformou-se em projeto de extensão e desde o ano passado também é conhecido como grupo de pesquisa, organizado por Erly Vieira Jr e Fábio Gouveia.
          Um dos objetivos do projeto é satisfazer a vontade que se tem de conhecer na prática a área de audiovisual. Considerado um difusor, o GRAV faz o intermédio entre as produções e o público durante as sessões, o que gera discussões com base nas produções feitas. E conforme se dava a evolução do aprendizado dos alunos, os objetivos se ampliavam. “As pessoas foram crescendo e ficaram com vontade de exibir para as outras, o que deu origem à ideia de fazer mostras. Depois veio o plano de escrever criticas, evoluindo até chegar à ideia de filmar, fazer pequenos trabalhos audiovisuais e apresentar em outros festivais”, contou Curtiss.
          As reuniões ocorriam na sala do GRAV, que se localizava dentro do Departamento de Comunicação Social, no CEMUNI V. Entretanto, o grupo está em transição para o CEMUNI I e, devido a isso, estão sem sala fixa. Apesar disso, os encontros continuam acontecendo todas as segundas-feiras, às 19 horas, no CEMUNI V.
          Em relação aos materiais utilizados, o grupo assiste a filmes, lê revistas e livros, e utiliza a internet para auxiliar na complementação de ideias. Os temas abordados giram em torno de cinema, televisão e mostras. “Falamos sobre os temas relativos aos filmes a que assistimos ou acerca do audiovisual. Tanto a parte de teoria, de estudos de um filme - roteiro, direção, traços autorais, iluminação, montagem, etc. - como discussões sobre o contexto proposto pela obra”, disse a estudante da UFES e aluna do GRAV há um ano.
          O projeto já realizou diversos feitos, tais como uma mostra sobre o cinema latino-americano, uma palestra sobre animações com um professor conceituado da UFMG, entre vários outros. A realização mais atual do grupo é a Mostra de Acidentes Televisivos, na qual a última obra apresentada foi a “A Pedra do Reino”. “Este trabalho consiste em pesquisas sobre algumas séries televisivas famosas que nunca passaram na televisão brasileira, ou, quando passavam, as pessoas já estavam dormindo, devido ao horário”, disse Alexandre Curtiss. O objetivo principal é o de mostrar como existe conteúdo bem mais interessante do que o exibido na grade normal da televisão.
          Outra concretização do GRAV é a revista “Sala 206”, caracterizada por um conjunto de reflexões sobre audiovisual e cultura. O primeiro volume já foi publicado, e a intenção do grupo é que se transforme em uma publicação semestral.
          O Grupo de Estudos Audiovisuais faz parte da Programadora Brasil, um programa da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura que visa à distribuição de filmes brasileiros para cineclubes inscritos, como o GRAV.
          Ao contrário do que possam pensar, não é necessário ter conhecimento prévio do assunto para participar dos encontros. “Eu entrei no GRAV sem saber um "a" sobre estudos audiovisuais, só gostava de filmes. Mas óbvio que, caso alguém tenha interesse em entrar para o grupo, não há problemas em procurar saber um pouco mais sobre teoria. Não que seja um pré-requisito, mas é um facilitador”, comenta Larissa Fafá.
          Michelle Terra, aluna do 1º período de Jornalismo na universidade, revelou ao Conexão UFES seu interesse em participar do grupo de extensão. “Fiquei sabendo do projeto por vários meios. Vi uns cartazes, o Erly comentou na aula, e o Protti – professor de Comunicação Visual - me indicou, devido ao meu interesse em cinema”, explica a estudante, que pretende conhecer gente nova e criar conceitos que antes não tinha. “Não sei bem. É algo que sempre me interessou. Talvez por poder contar histórias de uma maneira legal, viajar pelo mundo, sendo, eu, uma diretora”.
          Gostou do GRAV? Saiba que ele está sempre aberto a novos integrantes. “Se você gosta mesmo de filmes e desse universo, e, principalmente, tem interesse em conhecer mais e mais, o projeto vai te acrescentar muito! Além de toda a experiência de ter contato com esse mundo, ele vai acolher muito bem os novos integrantes”, aconselha Fafá.

Para entrar em contato com o GRAV:
Comunidade e perfil no Orkut;

domingo, 9 de maio de 2010

Recepção "Calorosa"

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          Rafael Gonçalves e Vinicius Reis
Revisão Victoria Varejão
          Na última terça-feira, os novos estudantes de Jornalismo e Publicidade da UFES realizaram suas matrículas para o segundo semestre de 2010. Para tanto, os alunos dirigiram-se ao prédio da PROGRAD (Pró-Reitoria de Graduação), no campus de Goiabeiras, entre as 13 e as 17 horas, com a documentação exigida.
          A empolgação dos veteranos era inegável. Com vários potes de tinta, eles aguardavam ansiosamente a saída dos novos alunos do local de matrícula. Numa espécie de ‘’batismo’’, os calouros já registrados se ajoelhavam e faziam juramentos a seus veteranos de uma forma descontraída. ‘’Entrar na UFES sem receber trote, não é UFES’’, contou-nos, entusiasmada, a caloura Viviann de Oliveira. E não foram só os alunos que comemoraram a entrada na universidade. Havia pais tão animados quanto eles. Foi o exemplo de Elizabeth Martins, mãe da recém-matriculada Lorena. ‘’Estou muito orgulhosa da minha filha e do curso escolhido. Todo investimento que fiz valeu a pena’’, afirmou a mãe.  
          A brincadeira, entretanto, não agradou a todos. A responsável por um estudante de comunicação, que não quis se identificar, posicionou-se contra o modo como os veteranos fizeram a recepção. A senhora jogou tinta em um veterano e, acidentalmente, também foi pintada. Ao ser perguntada sobre o porquê do repúdio, alegou que o fato de a filha estar suja prejudicou a volta para casa.
          Conexão UFES conversou com os alunos organizadores da brincadeira para esclarecer o motivo do evento. ‘’Recepcionamos os calouros para que eles se sintam acolhidos e integrados conosco’’, declarou a aluna de Jornalismo Ana Carolina Cometti.  Assim também disse Thaiana Gomes, que classificou o ato como saudável por ser um momento de interação. 
          Segundo Vinícius Eulálio, membro do CACOS (Centro Acadêmico de Comunicação Social), responsável pelo registro da presença dos calouros, dos 50 aprovados no vestibular, 4 não foram registrados. Entretanto, os estudantes que não compareceram ontem podem se matriular até o dia 11 de maio, como informou a chefe de seção de matrícula, Edite Tonani.
          Vale lembrar que na próxima terça-feira (11) acontecerá o registro dos alunos de Audiovisual, a nova habilitação do curso de Comunicação Social da UFES.
 (Fotos de Nathan Melo)

terça-feira, 27 de abril de 2010

A Busca Por Estágios Entre Os Universitários

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                                                                                 Rafael Gonçalves e Victoria Varejão

          O curso de Comunicação Social está no seleto grupo das graduações da Universidade Federal do Espírito Santo em que não há obrigatoriedade de estágio. Contudo, o desejo e a busca dos estudantes deste curso pelo trabalho universitário parecem ter a mesma - ou até mesmo maior – dimensão da procura feita pelos alunos das demais formações. 
          Ao contrário do que muitos pensam, as atividades complementares exigidas para a colação de grau são suficientes para um histórico escolar completo. Cabe ao discente decidir se utilizará o tempo do estágio para preencher a carga horária total determinada, que é de 120 horas. De acordo com o chefe de departamento do curso de Comunicação, Cléber Carminati, são consideradas, no máximo, 30 horas do trabalho como válidas para o currículo. 
          Apesar da não-obrigatoriedade, os estudantes não dispensam a oportunidade de aprender a exercer a profissão ainda durante o tempo de estudo. “O estágio possibilita que o conteúdo teórico aprendido na universidade seja utilizado na prática e proporciona uma melhor preparação para o mercado de trabalho”, afirmou a cursista do 3° período de Comunicação, Raquel Malheiros. 
          Mesmo com a ampla demanda de candidatos, as opções de trabalho experimental para universitários são consideradas fartas. “A oferta de estágio tem sido muito grande, porque as empresas estão realmente procurando profissionais da área”, disse o coordenador do curso, Ismael Thompson. 
          Devido à preferência das empresas por estagiários de maior competência e aptidão, a maior parte dos estudantes admitidos cursa ou já cursou o 4° semestre da graduação. Há exceções, entretanto. A aluna Savya Alana, 2° período de jornalismo, já ocupa a função em discussão, então contou que acha o “emprego” muito importante para a formação acadêmica da pessoa e completou: “Eu participei de um concurso do governo do Estado para seleção de estagiários, e é muito burocrático. Mas também não é uma missão impossível! A experiência nos faz tocar na teoria, o que, em minha opinião, é fundamental”. 
          Conforme informou a pró-reitoria de graduação (Prograd), apesar de haver grande interesse por parte dos estudantes, o curso de Comunicação Social não é muito requisitado pelas empresas para estabelecer convênio. Uma das razões seria a grande relevância da análise de qualificação no momento da escolha do candidato.
 Para saber mais, procure as entidades: IDESB, CIEE, IEL, COEP, entre outras.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Cronópio: literatura se faz aqui

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Allan Marquez e Polânia Sôares
Revisão: Victoria Varejão
          Os projetos de extensão ligados ao curso de Comunicação Social da UFES estão em ritmo de ampliação e crescimento. E produção literária é um tema de grande interesse por parte dos estudantes. A junção destes dois fatos trouxe à existência o Cronópio, grupo que, sob orientação do professor Erly Vieira Junior, visa à discussão e produção de textos, com visitas mensais de autores ilustres.
Como os próprios integrantes dizem em seu blog, o objetivo é “lançar um olhar jovem sobre a produção literária contemporânea aqui no Espírito Santo, através de resenhas, entrevistas, debates e publicações de textos literários”.
          O Cronópio surgiu de um desejo dos estudantes de montar um grupo de produção e apresentação de textos. “Certos alunos me procuraram em março do ano passado para montar um grupo de produção e exibição de textos. Resolvemos montá-lo oficialmente e, como vingou, as reuniões semanais foram crescendo, e nós partimos para transformá-lo em um projeto de extensão”, conta o professor e orientador.
          Os encontros acontecem todas as terças-feiras, no departamento do CEMUNI V, das 18h30 às 20h, onde todos apresentam seus textos e debatem entre si. “Às vezes alguém sugere um tema e tentamos escrever sobre ele nas próximas reuniões”, conta Leandro Reis, estudante de jornalismo do 2º período da Universidade e participante do projeto.
          Para Isabela Mariano, aluna do 1º semestre do mesmo curso, o mais interessante é que cada um possui o seu estilo de escrita. “A cada reunião estou conhecendo um pouco mais das pessoas que participam, não só pela convivência, mas também por ver o que escrevem. As críticas às minhas produções me ajudam a tentar melhorá-las e ter gente que leia e discuta os seus textos é algo muito bom”.
          Graças ao sucesso do Cronópio, que hoje conta com 18 participantes, os estudantes resolveram criar a revista virtual “Graciano”, como forma de expor suas obras ao público. “A revista possui esse nome por causa de um personagem do Reinaldo Santos Neves, nosso primeiro entrevistado. Foi uma forma de homenageá-lo”, disse Leandro.
          “Se formos pensar bem, nesse exato momento não temos nenhuma revista literária no Espírito Santo e, com isso, pensamos em criar uma coisa que fosse a nossa cara”, informou Erly sobre o porquê da criação de “Graciano”, que logo em sua primeira edição foram registrados mais de 12 mil acessos.
          O grupo, até o momento, não possui intenção de publicar a revista no meio impresso, por se tratar de um projeto recente e ainda não muito desenvolvido. Além disso, virtualmente não há limitação do número de páginas e o tamanho é conforme o desejado. A publicação deverá ser feita mensalmente.
          Os elogios dos envolvidos no projeto também são muitos. “Uma coisa que eu vi no Cronópio, que antes não tinha visto em lugar nenhum, é um respeito muito grande com as preferências de cada individuo”, disse Ana Carolina Cometti, caloura de jornalismo da UFES. Segundo Erly, no grupo “não existem alunos e, sim, escritores ou jornalistas culturais em formação”.
          O Cronópio é aberto para todos que se interessam por elaboração e discussão de textos, independente do curso. “Quanto mais se lê na vida, mais se aprende e melhor se escreve ou fala. Então, leia mesmo, porque só vai acrescentar conhecimento na sua vida e na universidade”, recomenda Ana Carolina.

Francisco Grijo
Algumas pessoas do Cronópio com o autor Francisco Grijó

INFORME-SE:
As reuniões do Cronópio acontecem todas as terças, às 18h30, no Cemuni V.
O Twitter do grupo é @revistagraciano.
O blog da revista é http://revistagraciano.wordpress.com/. Acesse para obter mais informações.

domingo, 25 de abril de 2010

Ensino de Artes no Espírito Santo comemora 100 anos com exposição

1 comentários

Allan Marquez e Vinícius Reis
Revisão: Varejão Victoria

Cem anos do Ensino de Artes do Espírito Santo não. Esse É o tema da Exposição coletiva promovida Pela Galeria de Arte e Pesquisa (GAP), iniciada na última quinta-feira, na UFES. Logo No dia primeiro, Foi Registrada A presença de 75 Pessoas. Para COMPOR o Espaço da Mostra, OS professores do Centro de Artes produziram vídeos, telas, Esculturas e Instalações, dispostos de Uma MANEIRA aleatória.
Dentre os Participantes, ESTA o Fotógrafo e professor de Comunicação Social, Antonio David Protti, Que Expos parágrafo Conexão UFES o sentido de SUA obra sem título. Segundo ele, SUA PECA, Composta Por Duas telas formam Que Uma foto de cadeados entrelaçados, TEM UM sentido ambíguo. Isso acontece PORQUE trabalha o simbolismo da Corrente, Levantando Tanto Significados positivos Como Negativos de Objetos e os tais Fazendo analogia com Até Mesmo OS Departamentos e Centros da Universidade. ''Pense nenhum lado positivo da Corrente (...). Ser Preso um Alguma Coisa ruim Não é, Desde Que Seja VOCÊ Preso Por Uma Motivação,''UM Comum ideal, comentou o docente. Ao mesmo tempo, citou Que É Possível Estar Dentro de Uma Estar sem Corrente Muito Preso a ela. E isso ocorre Através da Diversidade, da Estilo Próprio Criação de um. ''Voce Diversidade SUA TEM, VOCÊ TEM''Seu Estilo.
PROTTIAntônio David Protti - Título S /

Para o estudante de Comunicação Social, Vitor Castelo, uma grande Exposição UM Gera Impacto NAS Pessoas e como com Deixa Uma sensação de dúvida. "Recomendo. São obras com atitude e Inovação ", Disse o estudante. Já para Mariana Ximenes Etiely, aluna de Artes Plásticas ", ALGUMAS obras deveriam Conceito UM Possuir, mas, mesmo assim, conseguiram Passar, Através da sensibilidade, o Que queriam ELAS".

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De acordo com Cacá Miled, hum dos organizadores da Exposição, tem ESTA Como Público Alvo Estudantes OS, a comunidade universitária e Não É de Caráter itinerante. Também acontecerá o Lançamento de UM OS Catálogo Trabalhos apresentados com nenhum Evento, Mas um dado Ainda Não Foi divulgada. A Mostra Ficara Aberta Até o dia 28 de maio, com visitação Aberta de 8h às 18h. Para visitas guiadas, É Necessário agendar com antecedência, Por meio do Telefone 4009-2586.
CatedralWayner Tristão - "Catedral"

TatuagemTattoo Jevvo - "Conservar em local seco e arejado"

Fotos: Allan Marquez


Mais Informações:
Telefone: +55 (27) 4009-2582
E-mail: gapvix@gmail.com

sexta-feira, 23 de abril de 2010

4ª edição do Festival Prato da Casa de Bandas Independentes

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                                                                                                                   Carina Couto
                                                                                           Revisão: Victoria Varejão

          O 4º festival Prato da Casa, realizado pelos estudantes de Comunicação Social da UFES participantes do projeto de extensão “Bandejão”, tem suas inscrições abertas. Até o dia 1º de maio é possível cadastrar bandas com, no máximo, 4 anos de existência e pelo menos um integrante vinculado à cidade de Vitória, mediante apresentação de comprovante de residência.  
          O “Bandejão” é um programa veiculado na rádio Universitária Fm 104.07, de segunda a sexta, das 12 às 14 horas. No ar desde 2004, teve início a partir da ideia de colocar em prática o que era aprendido em sala de aula. Desde então, continua a ser de grande sucesso na grade de programação. 
          Os alunos Guilherme Zag, Guto Debbané, Joyce Castello, Rodolfo Paixão e Vinícius Altoé, participantes do projeto de extensão, serão os apresentadores e organizadores do “Prato da Casa”. De acordo com eles, o concurso visa a privilegiar e abrir um espaço para os conjuntos independentes capixabas.  
          O prêmio para os ganhadores será a gravação de uma faixa no CD do festival e a apresentação no show deste. Para que isso ocorra, os grupos inscritos passarão por uma série de avaliações feitas por especialistas e, também, pelos ouvintes da rádio. 
          As principais mudanças que ocorrerão neste festival em relação aos passados serão: o local - no último ano, o show ocorreu no Ilha Acústico e, já que se espera que o público dobre, estão em busca de um lugar maior - ; e mais faixas no cd - no mais recente foram 10 faixas e neste próximo serão 12. 
          O blog Conexão UFES foi atrás de um dos ganhadores do ano passado, o integrante da banda Skull Bus, Márcio Leandro de Menezes. “A Skull Bus é uma banda de Punk Rock Alternativo”, disse o integrante, quando interrogado a respeito da diversidade musical do concurso. 
          Na época do festival, resolveram se inscrever para testar suas próprias capacidades e ter um reconhecimento do público. A música escolhida por eles para a disputa foi “O Tempo”, que conta uma situação ocorrida com a vocalista da banda. “Seria uma maneira de retratação com ela”, diz Márcio.  
          Ainda segundo o músico, a sensação de participar deste evento e as conseqüências por ele trazidas foram muito boas. O grupo recebeu convites para fazer apresentações no Teachers Pub, Caverna do Simpson, entre outros.  
          Por fim, o integrante deixa uma dica para quem deseja participar do Festival Prato da Casa: “É uma ótima maneira de publicar sua banda, pois ajuda a criar novas amizades no meio, abre possibilidades para novos shows e divulgação. Vale a pena participar.”


As inscrições são feitas pelo site http://www.crjvitoria.com.br/pratodacasa/.
Quer mais informações? Entre nos links:
Bandejão http://bandejao1047.wordpress.com/
Rádio Universitária: http://www.universitariafm.com.br/